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É o banco, é o santo, eu num canto, e isso, que é tanto pra pouco.
É o fim, é a hora, o estopim, a memória.
É o caso, é um parto, eu sem tato, e o argumento raso.
É a Zika, o mosquito, a tristeza; a falta, o perito e a cabeça.
É o assalto, a impressão, o sapato, o som alto e a palpitação.
Tem o medo, o arremedo, o original, e nada de especial.
Deve-se beber depois. O suficiente.

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