Desculpe-me verso, mas preciso falar em prosa

É tempo de pausa. Abster-se de comentários específicos e pensar. Reflexão do mês.
Havia uma sensação quase nostálgica. Quase. Meio que um ode ao presente, entendendo o passado, mas sem destruir o (novo) futuro.
Nada de confusão, nada de ansiedade. Só estar. Perceber o que me tornei, e caminhar pra contínua evolução, que sempre parece fundamental e nova.
Partida é fim e início. Das melhores dualidades, tenho referência. A dialética também é presente, trás um tanto de lógica pra tudo. (Aliás, talvez a lógica seja motivadora da maioria das dualidades na minha vida).
Escrevo sob(re) o nada. As vezes é bom esvaziar-se. Ter oportunidade de absorver o novo, e transformar. Referência é importante, mas nunca no singular. O coletivo de idéias e as próprias experiências são o que nos fazem transbordar. Prefiro acreditar na criação pelo excesso de bem, nivelando internamente toda ansiedade, e desenvolvendo todo o contexto pra que a dialética se repita, e seja eterna a transformação.

Isso que escrevi provavelmente se parece mais com o que escrevia há uns 5 anos. O bom é que eu tenho muito pouco daquele. Talvez só o essencial, e um pouco do discurso. Agora o foco é na frente.

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