Per fas et nefas

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Épocas de mudanças, acidentes, constrangimentos, aventuras, tomadas de consciência (e de inconsciência também), novos olhares, velhas visões, novas pessoas, velhos rolês, e loops.

É tudo uma questão de exposição, aceitação e timming. E sorte, claro.

A grande dúvida é sobre a revolução se justificar. É preciso manter os ideais. E as permissões?

Não consigo me fechar pra inconsequências. Não sei se é medo, responsabilidade, ou burrice. Sei que por todo meio, só quero uma direção. Segundo Schopenhauer, O perfeito homem do mundo seria aquele que jamais hesitasse por indecisão e nunca agisse por precipitação. Ok, posso finalmente ter as decisões, mas a ansiedade acumulada só atrapalha quanto a precipitação. O homem ideal não deve ser ansioso.

Estou amarrado mais com as minhas decisões, do que com meus objetivos. Vejo paridade entre eles, mas estou tomando o caminho por uma perspectiva diferente. Pela primeira vez.

Já diria Gonzaguinha: Um homem se humilha, se castram seu sonho. Seu sonho é sua vida. E vida é trabalho.

Dentro desses focos, o esforço é de não se perder nas folgas, nos vazios, nas quartas, quintas ocupações. Lá de onde viría o lazer…

virá a tentativa, a confusão, a chance, a observação, a falência, a ascenção, a escrita, a música, o tato, o exercício, a dicotomia, a amizade, o não, a crush, ou só o cansaço mesmo.

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