Mora na filosofia.

Nessa hora bate aquela sensação profunda de tristeza. Vinda do misto de erro, falta, orgulho, vergonha, inexperiência, e do amor. Pior das horas! E mais comum ao senso, do que o próprio senso do bom.

Na hora que se prostra a dúvida; imposta pelo orgulho. Hora em que se confunde a decisão com a indecisão, fruto do erro e da inexperiência. Triste hora da dor, da falta crescente cutucada na ferida pelo orgulho.

Que fique claro que não quero louros, nem rosas. Sequer audiência ou um psiquiatra. Não! Quero de volta a paz. Quero o de sempre: pleno amor.

Não me julgo vítima de nada, a não ser das minhas próprias falhas. Que me fazem explorar as brechas dos egos, e dos limites de outrem. E o pior: sem intenção.

Misericórdia nem divina. Se esta existe, está presente só na família. Nem como valor social; mas no cerne dos sentimentos maternos e paternos. De resto, só a sobra!

O consolo dos menos motivados a melhorar e/ou mais intencionados a errar, é que no mundo dos ignorantes, —não estranho— os valores são menores, devida a não-questão de se prolongar discussões, e propor dialéticas com a intenção melhorar-se.

O mais triste dessas horas, é perder na sensibilidade do outro a compreensão da sua angústia. Quando o problema alarma sem parar, ocupando a compreensão do arrependimento, ou da explicação; da vontade sincera de ficar em paz.

A vontade é só de bem. Só de bem.

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