“mais que existe; não existe.”

dev-black-og-frontal

Pensando sobre a construção, destruí.
Esquecendo do tijolo fraco, empilhava mais peso sob o alicerce.
A destruição não é sempre ruim, destroços, retalhos, tudo pode ser útil.
O que não é útil a gente destrói.

Ser abstrato, ás vezes tem a ver com não poder ser objetivo, não querer.
Ás vezes é mais fácil ser abstrato, ás vezes é natural.
Quase nunca é difícil, ao menos que haja(m) um(uns) grito(s) entalados.

“Voltar o pensamento”. Tem a ver com olhar pelas coisas de modo à vê-las pelo seu princípio, por fora.
Têm a ver com abrir mão, e a cabeça.
Mas tem a ver com a dependência da explicação, também. E a escravidão da ansiedade.

A ansiedade é uma vilã da alma. Daquelas que finge que é só de efêmera, é só de insegurança leve; e vem que vai, e vai.
O ansioso é o inquieto não do novo, ele é inquieto da falta de novo. De novo. É complicado.
Mas quando tá tudo bem o ansioso escreve, ele canta, dança em uma loja, deita no chão, pula uma enfermidade…
O ansioso até é feliz. Bastante. O problema é a ansiedade pelo ‘o que vem depois’.

Conformismo é horrível, e ás vezes mantém relações. Triste.
Acontece.

Coisas boas também acontecem.

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