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“Ah Caio, deu pra escrever todo dia agora?” (Na verdade ninguém além do meu [sub]consciente perguntou isso).

Tive medo de não conseguir transmitir a calma, e por isso não consegui. Por ter medo, por não ter a calma. Só por isso, porque do contrário seria capaz. Tenho certeza.

Todas as vezes que falhei de verdade, na vida, foi por medo. Quando as coisas deram errado por consequências do que eu assumi, não era falho. Era acidente, aprendizado.

Aliás. o sucesso quase sempre é um acidente. No sentido de que basta você se colocar nas devidas circunstancias, quantas vezes e tempo for possível. O mundo tenta te convencer diariamente que você não é capaz, não se pode cair nessa. Se um merda que tenta te derrubar chegou em algum lugar, é só a prova de que é muito mais fácil ser um merda, e que você pode muito mais.

Acreditar no conceito do devir, que tudo pode e é mutável, me possibilita entender a vida por ciclos. Eles sempre acabam. Podem ser na minha morte, ou antes. Mas se acabarem antes, sou obrigado a sobrevivê-los; e aprender. Quase sempre é muito difícil, mas é uma forma de experimentar uma rotina diferente a cada ciclo, e isso é impagável.

Só tem um jeito de descobrir até onde dá pra ir. To indo.

 

“Só se dedicará a um assunto com toda a seriedade alguém que esteja envolvido de modo imediato e que se ocupe dele com amor. É sempre de tais pessoas, e não dos assalariados, que vêm as grandes descobertas.”

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