Quando você considera o “se mata”.

(Primeiramente, nunca tente entender meus títulos. Imagino que ainda continuam fazendo o real sentido só pra mim.)

 

Sei que sou o culpado por minhas decisões; mas o fato de não dar atenção pra opiniões alheias me conforta, pois, aguentar(leia-se ignorar) um “eu disse” é mais fácil do que culpar outrem. Acredite.

Acho que isso revela um pouco da minha personalidade. Mostra o quanto gosto de ter o poder da decisão, e o costume de assumir riscos. É…

Ás vezes penso algo como: “o que eu precisava agora era de uma roda de amigos, violão, brahma, mais dinheiro…” etc.

Não estranho, minhas referências são sempre de coisas que já tive/vivi. Porém, vale lembrar que muitas das vezes no passado “sonhei”* com condições que viriam a ser meu futuro, e quando as vivi, senti que antes era tudo melhor-como no atual presente– (e foda-se o pleonasmo!).

Meu egoísmo e meu senso de justiça me traem e tentam me destruir o tempo todo. Mas um sempre acaba me salvando do outro. Descer do muro poderia ser catastrófico.

Então, acho que vou seguir uma atalho velho conhecido, e criar novos objetivos, fazer o quê?! Isso costuma gerar algo interessante…

 

 

*não costumo ter “sonhos”

PS: Dessa vez não tirei texto da primeira pessoa. Mas não é uma exceção comum. Não se acostumem.

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